Esse blog tem como objetivo compartilhar e conhecer novas ideias sobre fetiches e assuntos relacionados sexualidade.

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Chat Cornos e Afins

domingo, 22 de julho de 2012

O Décimo Oitavo Chifre

O meu décimo oitavo chifre aconteceu 20/07, ela esta fazendo umas aulas
teorias de Auto Escola, então ela sai as 22:00, ai antes de sair da
aula, ela me mandou uma mensagem que iria rolar mais um chifre a pos a
aula, e assim ela chegou em casa quase onze horas, e fomos para cama
onde eu tirei sua roupa, e cheirei toda sua bucetinha, so cheirei, pois
ela não me deixou nem beijar, ela havia dado para o cara pela primeira
vez em um quartinho com um colchão no chão, e ela me disse que dessa vez
foi diferente, pois ele pode a comer muito melhor me disse que meteu com
ela de ladinho e depois de quatro, meteu com força e dando tapa na sua
bunda, meteu tanto que ela chegou super cansada e querendo dormir e tive
que bater uma sozinho desta vez, mas a cada chifre que ela me coloca,
ela fica mais puta e quer mais o pau dele e menos o meu, ela deu para
ele três vezes em duas semanas, e eu quero mais, minha meta e dois por
semana com ele, e mais dois quinzenais por outros machos avulsos, mas
isso já e com ela, vamos torcer para que ela fique mais e mais vagabunda.

O Décimo Sétimo Chifre

Foi sábado dia 13/07/12, apenas 5 dias após o 16°, ela saiu exatamente
as 21:02, e voltou as dês e pouco, segundo ela foi a melhor foda de
todas, o cara meteu com força do jeito que minha puta gosta e eu não
faço, socou o pau na buceta dela por no mínimo uns 40 minuto sem parar
ou diminuir o ritmo, igual a um filme porno, mas desta vez eles usaram
camisinha, apesar de ter começado sem, o macho mordeu seus seios todo,
que ela nem me deixou chupar, so pude cheirar, pois estava doendo, a sua
bucetinha ela não queria me dar, estava literalmente acabada, cansada e
super satisfeita, ai eu cheirei e chupei sua buceta, para refrescar e e
claro sentir o gosto do macho nela, depois deitei ao lado dela e ela
onde ela contou todos os mínimos detalhes no meu ouvido e passando a
mão no meu minúsculo peruzinho, depois de muito insistir ela me deixou
enviar meu pauzinho na sua buceta arrombada pelo pauzão do amante, mas
so poderia colocar o pinto e gozar, não poderia meter nela, pois a sua
buceta estava ardendo, apesar de ela deixar bem claro que não parecia
que tinha pinto nela, e sim um dedinho mindinho, então fiz do jeito que
ela deixou, enviei e quanto estava tudo dentro, ela me disse: JA COLOCOU
TUDO CORNINHO, POIS ESSA COISINHA NÃO CHEGA NEM AOS PÉS DA CABECINHA DO
PINTO DELE, AGORA FAÇA O QUE EU MANDEI E GOZE. então eu gozei sem nem
mesmo mexer o pinto nela, simplesmente coloquei e gozei, e o mais
interessante e que isso durou menos de 5 segundos e antes dela terminar
a frase eu já estava terminado de derramar o meu pouco leitinho ralo e
sem graça, e assim termina mais um chifre que ela me coloca, e pelo
jeito ela não tem intenção de parar de dar para esse amante que já a
comeu 17 vezes depois que ela estava comigo, mais estou sempre dizendo a
ela para não ficar so na mão dele, digo a ela para manter ele como
amante fixo, e arrumar pelo menos mais um avulso, pois nem sempre ele
pode comer ela, e assim ela fica tendo sempre mais uma carta na manga ou
melhor na calcinha.

O Décimo Sexto Chifre

foi no dia 09/07 ela saiu de casa mais ou menos as 21:00 e voltou uma
hora depois, encontrei ela na garagem onde me contou que ele meteu sem
caminha e gozou encima de seu umbigo, mas ela teve que limpar para poder
vim embora, e mandou eu cheirar para ver se estava com cheiro de macho
ainda, e eu além de cheirar beijei e lambi toda sua barriguinha de
esposa puta com o maior orgulho de ter uma esposa gostosa e dedicada, e
agradeço a ela em me aceitar como seu marido, mesmo não tendo as
características de uma macho de verdade.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

COMO TUDO COMEÇOU...

Fred:
 
Este relato foi uma homenagem (em 2002) que meu marido fez pra mim...
 
Beijos molhados,
Ruth
Leia a reportagem da Revista TRIP sobre mim:
 
=================
 
COMO TUDO COMEÇOU...
 

Ruth sempre foi exibicionista. Até onde vai a sua lembrança, começou desde os seus cinco anos de idade quando mostrava a sua rachinha para todos os meninos do prédio onde morava (em Florianópolis). Era a brincadeira que ela mais gostava: brincar de médico. Os meninos examinavam com muita delicadeza a sua bimbinha e ficavam passando a mão enquanto ela sentia ondas de "arrepios" (naquele tempo era arrepio!) em todo o seu corpo de menina. Os doutorzinhos tinham outras clientes, mas a melhor cliente era a Ruthinha que se desmanchava e não reclamava dos exames mais demorados e invasivos.

 

O tempo foi passando e as brincadeiras continuavam. Alguns pequenos médicos às vezes se mudavam deixando muitas saudades na sua clientela; no entanto, logo um outro doutorzinho tomava o seu lugar. A mãe de Ruth era super-rigorosa e a vigiava muito (talvez porque já pressentisse o potencial erótico da filha), mas a Ruthinha sempre dava um jeito de brincar com os meninos (sempre uns seis ou sete pequenos médicos). "Sempre fui levada da breca, brincar de médico é melhor que boneca..." essa música da Rita Lee viria a ser um hino à sexualidade da pequena Ruth.

 

Ruth não podia namorar, pois sua mãe não permitia e, no entanto, já tinha muito tesão reprimido que só aliviava nas suas masturbações freqüentes e intensas no banheiro e na cama na hora de dormir. Sempre cheirosa e higiênica provocava suspiros dos meninos que, no colégio, pegavam suas roupas de ginástica já usada e ficavam cheirando e esfregando no pau dizendo: "Que xoxota cheirosa, que delícia de suor...".

 

Ruth não gostava que os meninos fizessem isto na frente das outras meninas, mas ao mesmo tempo sentia prazer em saber que os meninos gostavam do seu cheiro e se excitavam com suas roupas. A vigilância e as proibições de Dona Juliana continuavam cada vez mais rigorosas e ameaçadoras. A única alternativa de Ruth era a masturbação, até que descobriu que um rapaz do outro lado do prédio ficava escondido olhando para sua janela. A partir daí, Ruth deixava sempre a janela entreaberta, acendia a luz e se masturbava de modo a garantir que ela fosse observada pelo rapaz tímido do outro lado da rua.

 

Até hoje, Ruth sente imenso prazer em se masturbar enquanto é observada pelos outros. E mais, sempre que surge uma oportunidade de praticar o gangbang (muitos homens com uma única mulher) ela pede que acendam a luz para que ela possa ser vista fazendo sexo com todos ao mesmo tempo (e vai ao delírio quando o quarto tem espelhos de modo que ela mesma, também, possa se ver!). E foi assim que Ruth se realizou ao conhecer as festinhas do SSC na quinta-feira; ficou agradecida aos muitos solteiros que a fizeram reviver seus deliciosos momentos de infância, com muitos carinhos e suaves toques em seu corpo (ela não gosta de tapinhas na bunda. Na verdade, ela detesta!).

 

Logo que chegamos fomos para o segundo andar (o cheiro de fumaça dos cigarros nos incomoda muito); andamos um pouco pelo ambiente e logo Ruth encontrou um cara que a conhecia de uma outra boate que freqüentávamos. Outros solteiros começaram a aparecer por ali também (acho que é uma coincidência, mas sempre acontece isso; é só a Ruth subir e logo depois um bando de homens sobe atrás dela!!!!). Depois de um brevíssimo bate-papo o cara começou a beijá-la e a passar a mão em seu corpo; logo descobriu que ela estava sem calcinha. Pediu que ela sentasse na cama e que o chupasse (pois ele já conhecia a performance da Ruthinha na outra boate).

 

Logo outros dois solteiros apresentaram suas credenciais e começaram a acalentar os meninos... Ruth não se fez de rogada; pediu que aumentassem a luz e começou uma sessão de "chupada de salto tríplice", enquanto ela chupa um, masturba os outros dois e assim vai alternando e dando conta de três ao mesmo tempo. Tiraram o seu vestido e a deixaram nuinha sentada na beira da cama. À medida que eles iam gozando, davam lugar para outros que já estavam na fila. Até que um deles, cheio de tesão vestiu o bruto com a camisinha e a pediu que ficasse de quatro; enfiou bem devagarzinho (a Ruth é muito apertadinha, tanto na frente, quanto atrás...), abrindo caminho com muita suavidade a fim de não estragar o "brinquedinho", como ela mesma diz! Logo os outros dois se posicionaram de modo que ela tinha dois paus ao alcance de sua boca, enquanto era devidamente penetrada com muita competência. Depois que o cara gozou, outro encamisado já estava pronto para o embate! E assim foram se revezando e a Ruth dando conta de todo pessoal que estava ali doido para chegar a sua vez...

 

Num dado momento, um cara sugeriu que se fizesse uma dupla penetração; o que a Ruth na mesma hora concordou (até porque, até então, era a sua maneira preferida de transar...). Um cara se deitou e Ruth veio devagarzinho por cima se ajeitando com muito cuidado, embora já estivesse bem dilatada pelos vários revezamentos em sua xereca. Quando ela estava devidamente encaixada, o outro cara que estava se preparando para a DP perguntou se ela queria fazer uma dupla penetração vaginal (DPV, para os íntimos!): "Quero! Só não sei se vai dar..... Aaaaaah, que delícia!", e assim ela teve a sua primeira experiência de DPV (agora, passou a ser a sua maneira preferida de transar...) e durante vários dias só falava nisto e contou para várias amigas, parceiras nesta trajetória do swing. Sentiu-se realizada, era uma das suas fantasias nas sessões de masturbação... Sentiu-se poderosa, por ter tido dentro de sua xana dois homens que gozaram ao mesmo tempo em que ela também gozou...

 

Copyright: CANTINHO DA RUTH

 

 

 



 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Re: PUTA ASSUMIDA

Estou mandando três fotos para você publicar, ok?
Beijos molhados,
Ruth
Leia a reportagem da Revista TRIP sobre mim:
 
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Em 5 de julho de 2012 11:38, Ruth Pega Geral <ruth.pega.geral@gmail.com> escreveu:
Se eu mandar os relatos sobre minhas aventurs sexais você publica? Também posso mandar algumas fotos; não tenho muitas porque não deixo ninguém tirar fotos quando estou transando e só deixo meu amante tirar fotos da minha buceta e do meu cuzinho (geralmente cheias de porra).
 
Sou casada há 10 anos e tenho um amante fixo há 12. Há dois anos ele passou a frequentar nossa casa; mas meu marido não participa... ele fica trancado no escritório até meu amante ir embora. Aí eu chamo ele e faço ele chupar toda porra que está dentro de mim. Adoro fazer isso... gozar com meu marido me chupando, enquanto penso nas trepadas que acabei de dar com meu amante... tenho a sensação que estou gozando com os dois ao mesmo tempo. Fui eu quem "ensinei" meu marido a não ter nojo de porra!!! Antes ele até vomitava só de pensar... um dia eu posso contar como eu fiz ele ser um "comedor de porra".... levei tempo, mas consegui!!!
 
Eu digo que ele é meu amante, mas ele só me chama de PUTA... até para pedir um copo d'água! Não estou reclamando... até porque desde a 1ª vez que saímos ele me disse que nunca usaria camisinha comigo e que eu seria apenas uma puta para ele... e eu concordei! Só que logo depois ele começou a me chamar de "minha puta". Até nos torpedos eu sou apenas "minha puta", "puta", "putinha", "puta gostosa" etc. Acho que ele até já esqueceu meu nome... rsrsrs
 
Apesar de ser adepta convicta do gangbang e ter vários amigos que me levam pra motel (um deles também vem na minha casa), o meu amante é o meu macho preferido. Todo sábado eu sou "puta exclusiva" dele... nem meu marido marca nada neste dia. Ele me fode umas 6/7 vezes e me deixa literalmente inundada de porra (ele goza muito!).
 
Sou toda apertadinha (no cu e na buceta)... mas ele me deixa toda arrombadinha e vermelha de tanto me fuder. Uma hora depois eu já estou novamente "normal"... dolorida e inchadinha, mas fechadinha!
 
Aguardo sua resposta, ok?

Beijos molhados,
Ruth
Leia a reportagem da Revista TRIP sobre mim:



 

PUTA ASSUMIDA

Se eu mandar os relatos sobre minhas aventurs sexais você publica? Também posso mandar algumas fotos; não tenho muitas porque não deixo ninguém tirar fotos quando estou transando e só deixo meu amante tirar fotos da minha buceta e do meu cuzinho (geralmente cheias de porra).
 
Sou casada há 10 anos e tenho um amante fixo há 12. Há dois anos ele passou a frequentar nossa casa; mas meu marido não participa... ele fica trancado no escritório até meu amante ir embora. Aí eu chamo ele e faço ele chupar toda porra que está dentro de mim. Adoro fazer isso... gozar com meu marido me chupando, enquanto penso nas trepadas que acabei de dar com meu amante... tenho a sensação que estou gozando com os dois ao mesmo tempo. Fui eu quem "ensinei" meu marido a não ter nojo de porra!!! Antes ele até vomitava só de pensar... um dia eu posso contar como eu fiz ele ser um "comedor de porra".... levei tempo, mas consegui!!!
 
Eu digo que ele é meu amante, mas ele só me chama de PUTA... até para pedir um copo d'água! Não estou reclamando... até porque desde a 1ª vez que saímos ele me disse que nunca usaria camisinha comigo e que eu seria apenas uma puta para ele... e eu concordei! Só que logo depois ele começou a me chamar de "minha puta". Até nos torpedos eu sou apenas "minha puta", "puta", "putinha", "puta gostosa" etc. Acho que ele até já esqueceu meu nome... rsrsrs
 
Apesar de ser adepta convicta do gangbang e ter vários amigos que me levam pra motel (um deles também vem na minha casa), o meu amante é o meu macho preferido. Todo sábado eu sou "puta exclusiva" dele... nem meu marido marca nada neste dia. Ele me fode umas 6/7 vezes e me deixa literalmente inundada de porra (ele goza muito!).
 
Sou toda apertadinha (no cu e na buceta)... mas ele me deixa toda arrombadinha e vermelha de tanto me fuder. Uma hora depois eu já estou novamente "normal"... dolorida e inchadinha, mas fechadinha!
 
Aguardo sua resposaa, ok?

Beijos molhados,
Ruth
Leia a reportagem da Revista TRIP sobre mim: